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	<title>na lata</title>
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	<description>Blog sobre lixo, desperdício e consumo consciente</description>
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		<title>Meu carro, seu carro</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 04:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[carro compartilhado]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu me lembro que queria loucamente completar 18 anos para poder dirigir. Tirar carteira de motorista foi emoção tão grande quanto passar no vestibular. Quando eu ganhei um carro, o mundo enfim era meu. Achava até difícil explicar em palavras a minha sensação de liberdade e onipotência quando eu ligava o meu Ford Ka, carinhosamente apelidado de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=768&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Eu me lembro que queria loucamente completar 18 anos para poder dirigir. Tirar carteira de motorista foi emoção tão grande quanto passar no vestibular. Quando eu ganhei um carro, o mundo enfim era meu. Achava até difícil explicar em palavras a minha sensação de <strong>liberdade e onipotência</strong> quando eu ligava o meu Ford Ka, carinhosamente apelidado de besouro &#8211; bisôro, porque eu sou de Minas.</p>
<p>Desde o primeiro carro da história, o Model T de 1908 também da Ford, carros vêm sendo vendidos pra gente como <strong>símbolos de status e independência</strong>. Uma cápsula mágica, às vezes com som e ar condicionado, que você usa para ir e vir de qualquer lugar a hora que você quiser. Certo? <strong>Claro que não</strong>.</p>
<p>Bastam 5 minutos observando o trânsito pra gente perceber que todo mundo que tá ali paga uma pequena fortuna pro carro <strong>ficar parado</strong> &#8211; no trânsito ou na garagem &#8211; mais de 20 horas por dia.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/transito1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-769" title="transito" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/transito1.jpg?w=490&#038;h=326" alt="" width="490" height="326" /></a><em>Daí eu me pergunto: isso faz sentido, Brasil?</em></p>
<p style="text-align:left;">Assim que me mudei pra São Paulo ficou ainda mais claro que carro na enorme maioria das vezes é sinônimo de <strong>engarrafamento e muita despesa</strong>. Seguro, manutenção, IPVA, limpeza, estacionamento, combustível. Fora que carro, ao contrário do que muita gente acha, não é investimento. Enquanto usa, além de pagar todas essas despesas, você também arca com a desvalorização dele.</p>
<p>Por que então não transformar todo esse <strong>custo fixo em variável</strong>, poluindo menos e aliviando o trânsito da cidade? Afinal, a gente precisa do cd ou da música? Do dvd ou do filme? <strong>Do carro ou do deslocamento</strong>?</p>
<p>Uma estimativa da <a href="www.aaa.com/" target="_blank">American Automobile Association</a> diz que, em média, americanos e europeus gastam com o carro <strong>18% do que ganham</strong>. Achei isso tão deprimente! Mais ainda quando você sabe que esse valor é maior que o que eles gastam com <strong>roupa, saúde e entretenimento JUNTOS</strong>! Me conta que tipo de vida é essa?</p>
<p>Não achei números brasileiros para comparar, mas não fica muito difícil ter uma ideia de quanto dinheiro alimenta a indústria automobilística se seguimos o raciocínio do Fábio Portela <a href="http://blogs.advfn.com/2011/01/03/quanto-voce-gasta-com-seu-carro/" target="_blank">nesse post</a>. Olha aí se você se identifica.</p>
<p>Dados ainda mais tristes? Li <a href="http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2010/asas" target="_blank">aqui</a> que o cidadão paulistano gasta todos os dias nada menos que 2 horas e 40 minutos no trânsito. São 973 horas em um ano. Em uma vida, isso significa 7 anos. <strong>SE-TE A-NOS</strong>.</p>
<p>Ainda não tá satisfeito? Tem mais: Em junho passado o Brasil bateu seu <strong>recorde em vendas de automóveis</strong>: 300 mil novos veículos entraram em circulação. Nesse mesmo mês, mais um recorde: <strong>maior índice de congestionamento.</strong> De todas as vias de São Paulo, 35,4% ficaram completamente paradas. &#8216;Se formassem uma fila contínua, os carros ocupariam 295 km.&#8217;, conta <a href="http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI92852-15368,00-QUE+FIM+LEVARAM+TODOS+OS+CARROS.html" target="_blank">essa reportagem</a>.</p>
<p>COMO ASSIM tanta gente ainda não saiu dessa viagem errada? COMO PODE até hoje todo mundo viver o trânsito diariamente, chegar em casa, ligar a tv e acreditar em propagandas ridículas como essa?</p>
<p style="text-align:center;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/JKW0XVP9x_U?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span><br />
<em>Aham, Fiat, senta lá.</em></p>
<p>Eu já devo ter contado isso aqui mas vou repetir: não sou e nunca fui comunista, só tenho a sorte de ser inteligente. Pessoas também incomodadas com o trânsito, porém muito mais inteligentes do que eu, tiveram uma brilhante ideia: <strong>Por que não compartilhamos nossos carros? </strong></p>
<p>Ao invés de cada criatura ter sua própria cápsula geradora de despesa e dor de cabeça, poderíamos todos ter a <strong>comodidade</strong> que o carro oferece sem todas as milhares de desvantagens que vêm no pacote! E assim foi criada a <a href="http://www.zipcar.com/" target="_blank">Zipcar</a>, a maior empresa de carros compartilhados do mundo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/carsharing2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-773" title="carsharing" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/carsharing2.jpg?w=490&#038;h=364" alt="" width="490" height="364" /></a><em>E depois dela várias outras vieram (Roubei <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/IsmaelCaetano_VUM_1256219494.pdf" target="_blank">daqui</a>)</em></p>
<p>- Graziela, menina! Já ouvi falar desse esquema algumas várias vezes, mas até hoje não entendi bem como funciona.</p>
<p>Eu até contaria com minhas próprias palavras, mas a explicação do <a href="http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2010/asas" target="_blank">Hélio Mattar</a> tá tão boa que eu vou copiar direto:</p>
<p>&#8216;Tão simples quanto eficiente, o carro compartilhado fica disponível em estacionamentos estrategicamente localizados na cidade e <strong>pode ser alugado e devolvido em qualquer um deles</strong>. O usuário faz um cadastro, paga uma mensalidade ou anuidade, e recebe um cartão magnético que lhe dá acesso ao serviço. Passa o cartão tanto na retirada como na entrega do veículo e paga por hora ou quilômetro rodado. A conta é fechada mensalmente e debitada em cartão de crédito. <strong>Impostos, combustível, seguro e manutenção do carro correm por conta da locadora</strong>. O sistema funciona integrado com os outros modais de transporte, e os estacionamentos ficam próximos a estações de trem, metrô, bicicletários, terminais de barco e ônibus.&#8217;</p>
<p>Se ainda não ficou muito claro, a <a href="http://www.zipcar.com/" target="_blank">Zipcar</a> fez um vídeo for dummies. Recomendo!</p>
<p style="text-align:center;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/Uux8uSRDFK0?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span><br />
<em>Só não vale ter preconceito com a pegada hipster.</em></p>
<p>Daí você pensou: mas isso jamais funcionaria no Brasil! Acha mesmo? Apresento-lhes <a href="http://zazcar.com.br/" target="_blank">Zazcar</a>, a primeira empresa de carros compartilhados<span style="color:#000000;"> <del>do país</del></span> da América Latina!</p>
<p>Há quase dois anos São Paulo já conta com um sistema de carros compartilhados nos mesmos moldes do Zipcar. Mesmo com uma frota ainda bem pequena, &#8211; atualmente são 13 carros que atendem 300 pessoas &#8211; ninguém duvida que a procura por serviços como este <strong>não vai parar de crescer</strong> daqui pra frente.</p>
<p>No site eles disponibilizaram uma <a href="http://zazcar.com.br/comparativo.html" target="_blank">tabela</a> legal que compara os custos de um carro compartilhado com os custos do taxi e de um carro alugado. O site traz também todas as <a href="http://zazcar.com.br/blog/?page_id=11" target="_blank">respostas</a> para as dúvidas mais frequentes.</p>
<p>Carros compartilhados fazem bem pro bolso, pro trânsito, pra saúde e pro meio ambiente mas ainda assim nenhuma dessas razões são usadas nas peças publicitárias da <a href="http://www.zipcar.com/" target="_blank">Zipcar</a>. </p>
<p>A empresa, que de boba não tem nada, entendeu desde cedo o poder que os anúncios de carro têm sobre os pobres mortais e vem seguindo a receita à risca: os mesmos estímulos que as montadoras usam para nos fazer querer <strong>comprar</strong> são usados pela <a href="http://www.zipcar.com/" target="_blank">Zipcar</a> para nos fazer querer <strong>compartilhar</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/zip_ads.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-776" title="zip_ads" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/zip_ads.jpg?w=490&#038;h=228" alt="" width="490" height="228" /></a><em>As peças são sempre objetivas e bem humoradas</em></p>
<p>O propósito é difundir a ideia de que quem usa sistemas de carro compartilhado é muito mais moderno, informado, inteligente e bem resolvido do que aquele tiozão que ainda tá achando bonito ir pro escritório montado na sua SUV.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/photo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-774" title="photo" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/photo1.jpg?w=490" alt=""   /></a><em>né?</em></p>
<p>O mais legal é que essa estratégia vem funcionando tão bem que a <a href="http://www.zipcar.com/" target="_blank">Zipcar</a> não só tem <strong>clientes satisfeitos</strong> divulgando a empresa aos quatro ventos, mas clientes que se identificam com a marca e <strong>se sentem parte de uma comunidade</strong>, exatamente como clientes da Harley-Davidson ou da Ferrari, por exemplo. </p>
<p>Isso significa o início de uma mudança super importante nos nossos valores que pode &#8211; e deve! &#8211; levar a um futuro não muito distante, onde possuir um carro <strong>não seja sinônimo de mais poder, status ou liberdade</strong> pra ninguém.</p>
<p>Pra quem adora dados, seguem mais alguns: Cada carro compartilhado significa <strong>8 carros</strong> a menos na rua. Pessoas que se desfizeram dos seus carros para aderir ao sistema da <a href="http://www.zipcar.com/" target="_blank">Zipcar</a> passaram a <strong>economizar em média 600 dólares todo mês e reduziram suas emissões de CO2 pela METADE.</strong></p>
<p>Depois de tanto falar de trânsito, vou aproveitar pra contar sobre um projeto maravilhoso, o <a href="http://cidadesparapessoas.com.br/" target="_blank">Cidades para Pessoas</a>. </p>
<p>A jornalista Natália Garcia selecionou 12 cidades pelo mundo e vai morar 1 mês em cada uma delas procurando em todas as esquinas respostas para a seguinte pergunta: <strong>Como tornar uma cidade melhor para seus habitantes?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/18868465' width='400' height='300' frameborder='0'></iframe></div></p>
<p style="text-align:center;"><em>Olha só a Natália explicando o projeto</em></p>
<p>Os detalhes estão todos <a href="http://cidadesparapessoas.com.br/" target="_blank">aqui</a> e <strong>você pode colaborar</strong> com essa história! Através do site de patrocínio coletivo &#8211; nem ideia de como se traduz crowdfunding! &#8211; <a href="http://catarse.me/projects/36-cidades-para-pessoas" target="_blank">Catarse.me</a>, qualquer um doa qualquer quantia pra ver qualquer projeto querido virar realidade.</p>
<p>Sites como este estão pipocando aos montes nos últimos meses e isso tudo tá me deixando tãaaao feliz! Mas isso já é assunto para um outro post&#8230; ;]</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/768/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=768&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mudando o jeito de se fazer mudança</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 02:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho fortes suspeitas de que Spencer Brown leu o Cradle-to-Cradle antes de fundar a Rent a Green Box. A empresa que revolucionou nos mínimos detalhes a maneira de se fazer mudança já apareceu lá em cima no ranking das mais verdes do mundo e desde 2005 não pára de crescer. Brown conta que a ideia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=753&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Tenho fortes suspeitas de que Spencer Brown leu o <a href="http://www.mcdonough.com/cradle_to_cradle.htm" target="_blank">Cradle-to-Cradle</a> antes de fundar a <a href="http://earthfriendlymoving.com/greenbox" target="_blank">Rent a Green Box</a>. A empresa que <strong>revolucionou nos mínimos detalhes</strong> a maneira de se fazer mudança já apareceu lá em cima no ranking das <strong>mais verdes do mundo</strong> e desde 2005 não pára de crescer.</p>
<p>Brown conta que a ideia surgiu quando ele mesmo teve que mudar de escritório: gastou 800 dólares em um monte de caixas de papelão que foram usadas no máximo duas vezes e depois de tentar se livrar delas de todas as maneiras, acabou tendo que apelar para&#8230; o lixo mesmo.</p>
<p>Veio então a vontade de <strong>propor um novo modelo</strong>: mais inteligente, mais econômico e livre de desperdícios.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/bYALcHJuB6E?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p>A primeira solução criada por ele foi a <strong>Recopack</strong>, uma caixa leve e muito mais resistente, que possui alças para facilitar a vida e um sistema de fechamento que dispensa todos aqueles rolos de fita adesiva. Feita a partir de diversos objetos plásticos <strong>recolhidos dos aterros</strong>, ela aguenta o tranco de aproximadamente 400 mudanças e quando fica muito desgastada, passa pelo mesmo processo de reciclagem e <strong>volta nova em folha</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/recopack.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-754" title="recopack" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/recopack.jpg?w=490" alt=""   /></a><em>A Recopack é verde e feita de embalagens exatamente como estas.</em></p>
<p style="text-align:left;">Enquanto caixas de papelão demandam o <strong>corte de árvores</strong>, têm uma vida super curta e terminam no lixo, as Recopacks contribuem na diminuição do volume de plástico nos aterros e, como são 100% recicláveis, nunca vão causar problemas por lá. Quando comparamos as duas caixas, o ganho fica óbvio: cada 100 Recopacks alugadas significam o reaproveitamento de mais de 200 kgs de plástico, além da economia de 50 galões de gasolina, 300 galões de água, 150 kgs de papelão e 3 árvores.</p>
<p>Mas Spencer Brown não parou por aí. Depois da caixa, ele criou vários outros objetos para substituir os que costumam ser utilizados nas mudanças de todo dia. Todas as criações seguem a mesma lógica das Recopacks: <strong>são feitas a partir de materiais retirados do lixo e funcionam como nutrientes</strong>, bem daquele jeitinho que o Mc Donough e o Braungart explicaram. Olha só alguns bons exemplos.</p>
<p>O <strong>Geami</strong> foi criado para substituir o famoso plástico bolha e protege lâmpadas, louças, taças e afins. Todinho feito a partir de papelão reciclado, ele é produzido na hora, dentro do próprio caminhão de acordo com a demanda do cliente.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/geami.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-755" title="geami" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/geami.jpg?w=490" alt=""   /></a><em>Para a sua curiosidade, &#8216;geami&#8217; significa amigo da terra</em></p>
<p>Os <strong>Recocubes</strong> além de exercerem a mesma função daqueles malditos trocinhos de isopor &#8211; alguém sabe o nome daquilo? &#8211; <strong>funcionam como adubo para o jardim</strong>! Depois de usá-los o cliente escolhe se manda de volta para que eles sejam usados em outras mudanças ou simplesmente os enterra, joga uma água por cima e eles viram comidinha de planta.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/recocubes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-756" title="recocubes" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/recocubes.jpg?w=490" alt=""   /></a><em>Os Recocubes são enriquecidos com vitaminas!</em></p>
<p>Já os <strong>Expandos</strong> são feitos a partir de diversas embalagens de papel &#8211; pense caixas de cereal &#8211; e podem proteger os objetos mais frágeis. Para se ter uma ideia, eles dizem no site que enviaram uma dúzia de ovos mergulhados em Expandos da Califórnia para Nova York e os 12 chegaram lá inteirinhos!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/expandos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-757" title="expandos" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2011/02/expandos.jpg?w=490" alt=""   /></a><em>Depois de gastos, Expandos também são reciclados e voltam como novos.</em></p>
<p>Há ainda as etiquetas! Depois de usá-las você pode simplesmente jogá-las na privada. As bichinhas vão se dissolver produzindo bolhas porque são feitas de bicarbonatos e essências não tóxicas que garantem <strong>propriedades limpantes</strong>! Amei pra toda a vida.</p>
<p>Abraços e agradecimentos para a fofa da <a href="http://twitter.com/lauravillani" target="_blank">Laura Viana</a> que me apresentou a <a href="http://earthfriendlymoving.com/greenbox" target="_blank">Rent a Green Box</a>! O site, super completo, vale muito a visita e traz um monte de vídeos, explicações e outros produtos. Tem até pallet feita de fraldas por lá!</p>
<p>Só faltou contar aqui que a empresa entrega e recolhe todos esses produtos lindos em veículos <strong>movidos a biocombustível</strong>! &lt;3</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/753/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/753/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=753&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>De berço a berço</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 01:37:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[TED]]></category>

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		<description><![CDATA[Só agora, duas semanas depois do encontro mais incrível da vida, eu enfim consegui parar para reunir algumas linhas sobre a minha palestra favorita do TEDx Amazônia. As palavras do Michael Braungart, químico alemão autor do livro &#8216;Cradle to Cradle&#8216;, funcionaram como um tapa na minha cara e, sem exageros, mudaram a minha forma de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=717&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Só agora, duas semanas depois do encontro <strong>mais incrível da vida</strong>, eu enfim consegui parar para reunir algumas linhas sobre a minha palestra favorita do <a href="http://www.tedxamazonia.com.br/" target="_blank">TEDx Amazônia</a>.</span></p>
<p><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;">As palavras do <a href="http://www.braungart.com/" target="_blank">Michael Braungart</a>, químico alemão autor do livro &#8216;<a href="http://www.mcdonough.com/cradle_to_cradle.htm" target="_blank">Cradle to Cradle</a>&#8216;, funcionaram como um tapa na minha cara e, sem exageros, mudaram a minha forma de enxergar o mundo. A ideia dele é daquelas que por serem tão simples, são geniais: &#8216;<strong>Não adianta ser menos mau, é preciso ser bom.</strong>&#8216;</span></span></p>
<p>Se andamos menos de carro, estamos fazendo menos mal. Se separamos nosso lixo para a reciclagem, estamos fazendo menos mal. A gente vive tão imerso em uma eterna <strong>sensação de culpa</strong>, concentrados em minimizar nosso impacto no planeta, que nem se dá conta de que é sim possível repensar a dinâmica atual e criar novos processos de produção e consumo <strong>coerentes com as leis da própria natureza</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/11/braungart.jpg"><img class="size-full wp-image-718 alignnone" title="braungart" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/11/braungart.jpg?w=490" alt=""   /></a><br />
<em>&#8216;It&#8217;s not about green design, it&#8217;s about good design&#8217;</em></p>
<p>Assim como a gente, Braungart odeia lixo. Odeia tanto que propõe um mundo livre dele. Pense por um minuto que nós, seres humanos, <strong>somos a única espécie que produz lixo</strong>. Esqueça a ideia de evitar o lixo, diminuir o lixo, reciclar o lixo. Pense em um mundo <strong>SEM</strong> lixo. Enxergue as coisas a partir de agora como nutrientes. Materiais que já carregam, em si mesmos, benefícios para os processos seguintes.</p>
<p>&#8216;Enquanto não desistirmos dessa ideia de lixo, seremos pessoas demais nesse planeta. Se ao invés disso aprendermos a criar nutrientes, 10 bilhões de pessoas não representarão um problema.&#8217;</p>
<p style="text-align:center;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/-971cjFq6vI?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span><br />
<em>Braungart e seu sotaque fofo :]</em></p>
<p>Por que então não desenvolvemos um processo produtivo em que <strong>maior produção signifique mais benefícios</strong> para o meio ambiente? Pode soar impossível mas é exatamente assim que a natureza funciona.</p>
<p><a href="http://www.mcdonough.com" target="_blank">William McDonough</a>, que escreveu &#8216;Cradle to Cradle&#8217; junto com Braungart, dá um ótimo exemplo no vídeo abaixo: &#8216;Imagine projetar algo que produza oxigênio, absorva gás carbônico, fixe nitrogênio, destile água, use o sol como combustível, produza açúcares complexos e alimento, crie microclimas, se adapte às variações climáticas e se auto-replique.&#8217; Não é um projeto perfeito? Mais árvores não prejudicam uma floresta. Muito pelo contrário! Mais árvores significam <strong>mais diversidade, mais equilíbrio e mais qualidade de vida para todos os seres</strong>.</p>
<p>A natureza criou processos perfeitos que são resultado de bilhões de anos de evolução. Ao invés de a enxergarmos como um obstáculo ao desenvolvimento precisamos aprender com ela esse <strong>design holístico</strong>, onde a <strong>interdependência de todas as partes</strong> é sempre levada em conta.</p>
<p>A criação de qualquer produto precisa ter isso em foco desde o primeiro estágio, na própria <strong>intenção do projeto</strong>. Todo design deve ser o resultado dessa intenção, sempre coerente com o sistema em que ele está inserido.</p>
<p>Eu, se fosse você, não perderia essa palestra:</p>
<p style="text-align:center;"><div class="embed-"><iframe src="http://embed.ted.com/talks/william_mcdonough_on_cradle_to_cradle_design.html" width="490" height="275" frameborder="0" scrolling="no" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></div><br />
<em>&#8216;&#8230;because the news is the news of abundance and not the news of limits&#8217;</em></p>
<p>Um exemplo desse conceito na prática? O próprio livro! O primeiro capítulo do &#8216;Cradle to Cradle&#8217; se chama &#8216;This book is not a tree&#8217; porque de fato o livro não é feito de papel. Todas as páginas foram impressas em uma resina plástica desenhada para ter o visual e o toque de um papel de primeira qualidade.</p>
<p>Além de dispensar a derrubada de árvores, esse livro é à prova d&#8217;água e pode ser inteiramente reciclado, transformando-se em outros vários produtos <strong>sem que haja qualquer perda na qualidade do material</strong>. Não é lindo demais?</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/11/cradletocradle.jpg"><img class="size-full wp-image-719 aligncenter" title="cradletocradle" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/11/cradletocradle.jpg?w=490" alt=""   /></a> <em>conteúdo e formato que se reforçam em perfeita harmonia</em></p>
<p>Em um sistema de produção inteligente, todos os materiais devem ter a capacidade de fluir dentro de seu metabolismo, seja ele biológico ou técnico.</p>
<p>No biológico, os materiais são quebrados pelos microorganismos em processo de compostagem e se transformam em nutrientes. Roupas e embalagens são exemplos de produtos que devem ser desenvolvidos para se encaixarem nesse ciclo.</p>
<p>Já no técnico, Braungart e McDonough propõem <strong>serviços no lugar de produtos</strong>. Não existe mais comprar uma máquina de lavar, por exemplo, mas sim comprar o seu serviço. </p>
<p>O material deve continuar sendo propriedade do fabricante e voltar para ele depois de um determinado tempo de uso. Assim, todo o material de uma máquina velha volta para a fábrica e pode ser aproveitado na produção de uma nova. O fluxo é criado artificialmente e os produtos circulam <strong>mantendo o nível da qualidade constante</strong>. Para o bom funcionamento desses ciclos é fundamental que todos os materiais sejam escolhidos cuidadosamente.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-720" title="ciclos" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/11/ciclos.jpg?w=490" alt=""   /><em>No design de berço a berço não existe túmulo</em></p>
<p>A fabricante de carpetes <a href="http://www.desso.com/smartsite.net?id=20298" target="_blank">Desso</a> é um exemplo do conceito &#8216;Cradle to Cradle&#8217; posto em prática: além dos produtos já terem sido concebidos para a desmontagem, materiais tóxicos foram substituídos por outros não nocivos à saúde ou ao meio ambiente, capazes de ser verdadeiramente reciclados, transformando-se em nutrientes técnicos para a manutenção do ciclo.</p>
<p>Para continuar o assunto, vale muito ler o que o blog <a href="http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/" target="_blank">Sustentável é Pouco</a> já explorou sobre a temática desse livro nos posts &#8216;<a href="http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/ideias/um-novo-modelo-produtivo/" target="_blank">Um novo modelo produtivo</a>&#8216; e &#8216;<a href="http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/diversidade/nosso-sistema-e-burro-precisamos-de-um-outro/" target="_blank">Nosso sistema é burro &#8211; precisamos de um outro</a>&#8216;.</p>
<p><span style="color:#333333;">Vou terminar mandando um beijo enorme para a <a href="http://twitter.com/liascava" target="_blank">Lívia Ascava</a>, o <a href="http://twitter.com/denisrb" target="_blank">Denis Russo</a> e o <a href="http://twitter.com/haraujo" target="_blank">Helder Araújo</a>. Eu não poderia ser mais grata por ter vivido a experiência do <a href="http://www.tedxamazonia.com.br/">TEDx Amazônia</a> já que, como dizia nosso querido Einstein, &#8216;uma mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.&#8217; Ainda bem.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/717/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=717&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Waste Land</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 21:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreia amanhã em Nova York o premiado filme Waste Land, que conta um pouco sobre o projeto que o Vik Muniz realiza com as pessoas do Jardim Gramacho no Rio. O filme acompanha todo o processo do artista que tem como principal objetivo usar o mesmo lixo com que os catadores trabalham diariamente para melhorar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=695&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Estreia amanhã em Nova York o premiado filme <a href="http://www.wastelandmovie.com/" target="_blank">Waste Land</a>, que conta um pouco sobre o projeto que o <a href="http://www.vikmuniz.net/" target="_blank">Vik Muniz</a> realiza com as pessoas do Jardim Gramacho no Rio.</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/wastland2.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-698" title="wastland2" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/wastland2.jpeg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p>O filme acompanha todo o processo do artista que tem como principal objetivo usar o mesmo lixo com que os catadores trabalham diariamente para melhorar a dura realidade em que eles vivem.</p>
<p>A ideia, além de linda, é super bem costurada: Vik fotografa algumas dessas pessoas e recria as imagens com materiais encontrados no próprio aterro. Depois disso, fotografa as obras concluídas e reverte o que arrecada com a venda das fotos para melhorar a situação de todos que trabalham ali.</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/wasteland.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-699" title="wasteland" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/wasteland.jpeg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p>Esse assunto do lixo mexe demais comigo, e eu estou tão ansiosa pra ver o filme que já assisti ao trailer inúmeras vezes e me arrepiei em todas elas.</p>
<p style="text-align:center;"><div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/15538351' width='400' height='300' frameborder='0'></iframe></div></p>
<p>Vale dizer que o Jardim Gramacho é o maior aterro do mundo &#8211; recebe cerca de 7 mil toneladas de lixo diariamente &#8211; e também foi cenário do maravilhoso <a href="http://www.estamira.com.br/" target="_blank">Estamira</a>, filme sobre o qual eu comentei <a href="http://nalata.org/2009/11/04/estamira" target="_blank">nesse post</a>.</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/695/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/695/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=695&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Música verde</title>
		<link>http://nalata.org/2010/10/24/musica-verde/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 23:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas duas semanas li um montão de críticas sobre o SWU, todas elas apontando as inúmeras falhas de um festival que tinha como causa principal a sustentabilidade. Estive lá no domingo e confirmo tudo o que foi dito. Se por um lado os shows foram ótimos, por outro a organização não fez o dever [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=657&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Nas últimas duas semanas li um montão de críticas sobre o <a href="http://swu.com.br" target="_blank">SWU</a>, todas elas apontando as inúmeras falhas de um festival que tinha como causa principal a sustentabilidade. </p>
<p>Estive lá no domingo e confirmo tudo o que foi dito. Se por um lado os shows foram ótimos, por outro a organização não fez o dever de casa: <strong>não se preocupou com o básico</strong> e nem sequer copiou ações que já acontecem em vários festivais pelo mundo e que, facilmente implementadas, fariam <strong>grande diferença</strong> no saldo desses 3 dias de evento.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/swu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-658" title="swu" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/swu.jpg?w=490" alt=""   /></a> <em>Olha quanta sustentabilidade espalhada pelo chão</em></p>
<p>Não vou chover no molhado e apontar pela milhonésima vez todos os vacilos do SWU, já que textos sobre isso existem aos montes na internet. Um bom exemplo é <a href="http://www.revistasustentabilidade.com.br/blogs/pecados-verdes/swu-expoe-as-contradicoes-de-quem-ve-sustentabilidade-como-oportunidade-de-marketing" target="_blank">esse</a> da Revista Sustentabilidade, em que a jornalista Silvia Dias explicita o<em> greenwashing</em> e enumera alguns dos <strong>erros absurdos</strong> cometidos pelo comitê que organizou o evento.</p>
<p>Ao invés disso, acho mais vantagem olhar pra frente, reunir aqui várias boas práticas utilizadas por aí e torcer pra que caia a ficha do pessoal que cuida do planejamento.</p>
<p>Primeira preocupação: lixo. O mínimo seria oferecer plástico biodegradável como o <a href="http://www.rothburyfestival.com/festival/our_commitment.php" target="_blank">Rothbury</a>, que só trabalha com pratos feitos de cana de açúcar e copos feitos de milho, ou pelo menos fazer como o <a href="http://coachella.com/event/sustain#Wat" target="_blank">Coachella</a> que promove a troca de 10 garrafas de plástico vazias por uma cheia.</p>
<p>Mesmo assim, acho que <strong>antes de pensar em reciclar é preciso pensar em reduzir</strong>. </p>
<p>Por que então não imitar o sistema da garrafa azul, também do Coachella, que pode ser comprada por $12 dólares e te dá direito a <strong>refil de água ilimitado</strong> durante o festival? Essa ideia é a minha preferida! Você não produz nenhum lixo e ainda leva pra casa uma lembrança do evento. </p>
<p>O <a href="http://www.cambridgefolkfestival.co.uk/information/environment.php" target="_blank">Cambridge Folk Festival</a> também usa essa estratégia e o <a href="http://www.latitudefestival.co.uk/eventinfo/index.aspx?id=642#body2" target="_blank">Latitude</a> trabalha até com empréstimo! Você faz um depósito de 2 libras e recebe o dinheiro de volta quando entrega a caneca de cerveja. Simples assim.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/coachella.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-659" title="coachella" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/coachella.jpg?w=490" alt=""   /></a> <em>Mocinhos espertos</em></p>
<p>Outro ponto importante é o transporte. Se você vai montar um festival longe do trajeto de qualquer ônibus ou metrô, o natural é <strong>disponibilizar transporte coletivo</strong> para as milhares de pessoas que precisam chegar até lá. O <a href="http://www.naturamusical.com.br/festivalnaturanos/" target="_blank">Natura Nós</a> fez o auê que disponibilizaria vans, mas na verdade o serviço, além de caro, só era oferecido pra quem deixava o carro no estacionamento. Oi? Se eu não tenho carro então não tem esquema, né? Bem esperto mesmo.</p>
<p>Dar desconto para carros com mais de 2 pessoas é legal, mas oferecer ônibus gratuitos ou pelo menos acessíveis saindo de diversos pontos é também algo bem importante a se considerar quando estamos falando de festivais que reúnem tanta gente. Além de estacionamento pra bicicletas, claro.</p>
<p>Pensando na pegada de carbono, é enorme o impacto que um evento desses causa no meio ambiente e nada mais justo que compensá-lo. O <a href="http://rockinrio-lisboa.sapo.pt/pt/projectosocial/ultimoprojecto" target="_blank">Rock in Rio</a> tem desde 2008 uma <strong>floresta própria em Portugal</strong> que tem como objetivo compensar todas as emissões geradas pelo festival. </p>
<p>Outro ponto legal é que eles criaram manuais de práticas sustentáveis não apenas internas, mas também para fornecedores e imprensa. O evento desse ano ganhou os selos de carbono zero e 100% reciclável.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/mAJMPS5NC2Y?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p style="text-align:center;"><em>Roberta Medina explica as boas intenções da floresta Rock in Rio</em></p>
<p>Uma iniciativa que eu amei foi a parceria do <a href="http://www.boomfestival.org/boom2010/" target="_blank">Boom Festival</a> e a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, em Portugal, chamada &#8216;<a href="http://www.oleoemusica.org" target="_blank">O seu óleo é música</a>&#8216;. O projeto consiste em recolher o óleo vegetal das milhares de residências da região e <strong>utilizá-lo como biocombustível</strong> nos geradores que irão funcionar em diversas áreas do festival. Lindo, né?</p>
<p>Ainda sobre a pegada de carbono, vale lembrar também que importa muito a escolha do <em>catering</em> priorizando produtos <strong>orgânicos e locais</strong>, assim como hotéis com práticas sustentáveis para o alojamento dos artistas.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/glastonbury.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-660" title="Green Trader Awards at Glastonbury 2010 Â©Miles/Greenpeace" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/glastonbury.jpg?w=490" alt=""   /></a><em>Os responsáveis pelas comidas de menos impacto ambiental do <a href="http://www.glastonburyfestivals.co.uk" target="_blank">Glastonbury</a></em></p>
<p>Pra terminar, já que estamos falando de eventos de música, acho legal incluir aqui algumas linhas sobre uma marca fofa que eu postei no <a href="http://twitter.com/blognalata">twitter</a> há um tempinho: a <a href="http://www.withintent.co.uk" target="_blank">WiTHinTENT</a> recolhe várias das milhares de barracas que são abandonadas nos festivais da Inglaterra e as recicla, criando produtos muito legais.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/withintent1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-662" title="withintent" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/10/withintent1.jpg?w=490" alt=""   /></a> <em>Barracas se transformam em novos produtos. Ideia adorável!</em></p>
<p>O pessoal do <a href="http://www.agreenerfestival.com/#whoarewe" target="_blank">Greener Festival</a> trabalha informando e educando as organizações dos festivais de artes e música para que práticas favoráveis ao meio ambiente <strong>sejam cada vez mais adotadas</strong>. </p>
<p>Eles fizeram recentemente um concurso para fomentar novas ideias sobre esse assunto. Não seria muito legal se os eventos daqui disponibilizassem <strong>um espaço de diálogo online </strong>onde o público poderia trocar ideias com os organizadores e enviar sugestões verdes para as próximas edições? Fica aí a dica.</p>
<p>Fazendo o post me dei conta também que festivais muito poderiam se aproveitar do <strong>volume enorme de gente</strong> que se desloca até um mesmo lugar e promover ali <strong>centros organizados de coleta</strong>. Por exemplo, se todo mundo pudesse levar pilhas, baterias e lixo eletrônico em geral para descartar em postos já preparados para recebê-los, o festival reuniria então um enorme volume de material para as empresas de reciclagem especializadas. Bem conveniente não só pra essas empresas como também pro montão de gente que tem preguiça de levar seu lixo até os locais adequados para descarte.</p>
<p>Ufa! Se em um só post deu pra reunir tanta ideia boa, barata e simples de por em prática, as organizações não têm mais desculpa para cometer tantas falhas nos próximos festivais que virão. Esperamos ansiosos pelas novidades de 2011.</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/657/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/657/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=657&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Green Trader Awards at Glastonbury 2010 Â©Miles/Greenpeace</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Bumbum ecológico</title>
		<link>http://nalata.org/2010/07/18/bumbum-ecologico/</link>
		<comments>http://nalata.org/2010/07/18/bumbum-ecologico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 02:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[fralda]]></category>

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		<description><![CDATA[Taí uma coisa que a gente sabe que causa um grande impacto ambiental mas só lembra quando tem filho pequeno: fraldas! Eu, que não tenho bebês na família e mal sei diferenciar crianças de 2 e 5 anos, recorri ao santo Google para descobrir quantas vezes as criancinhas carimbam suas fraldas em um dia. Pelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=635&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Taí uma coisa que a gente sabe que causa um grande impacto ambiental mas só lembra quando tem filho pequeno: fraldas!</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/07/bebe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-636" title="bebe" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/07/bebe.jpg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p>Eu, que não tenho bebês na família e mal sei diferenciar crianças de 2 e 5 anos, recorri ao santo Google para descobrir quantas vezes as criancinhas carimbam suas fraldas em um dia. Pelo que encontrei, a média fica em 6 vezes &#8211; pais e mães, me corrijam se eu estiver errada &#8211; o que significa que <strong>2190 fraldas são usadas somente no primeiro ano de vida de cada bebê! </strong></p>
<p>Impressionados com esses números, 3 jovens pais-designers da Califórnia se juntaram para criar a <a href="http://www.earth-baby.com" target="_blank">Earth Baby</a>, uma solução sustentável para esse imenso volume de lixo. Fralda de pano? Socorro. Se você tá disposto, maravilha, mas precisamos concordar que a fralda descartável trouxe muita praticidade e conforto e depois dela ninguém mais se anima a voltar no tempo e gastar <del datetime="2010-07-19T02:52:51+00:00">agradáveis</del> horas às voltas com cocô e xixi.</p>
<p>É aí que entra a solução desses pais espertos: fraldas descartáveis fabricadas com plástico feito de milho e polpa de madeira certificada, materiais totalmente biodegradáveis. Mas o mais legal dessa ideia é o serviço que vem junto com os produtos. Por uma taxa de 30 dólares mensais, a empresa <strong>entrega e recolhe as fraldas </strong>toda semana na casa dos clientes e as<strong> encaminham para a compostagem</strong>.</p>
<p>Enquanto uma fralda descartável comum leva até <strong>500 anos</strong> para se decompor, as da <a href="http://www.earth-baby.com" target="_blank">Earth Baby</a> se transformam em composto orgânico em <strong>14 semanas</strong>. Em tempo: só no Brasil, mais de <strong>17 milhões</strong> de fraldas são jogadas no lixo <strong>TODOS OS DIAS</strong>. Nos Estados Unidos o número chega a <strong>18 BILHÕES</strong> por ano!</p>
<p>Não já passou da hora de implementarem essa ideia por aqui? Se você conhece alguma iniciativa parecida, conta pra gente nos comentários!</p>
<p>Para saber melhor sobre a <a href="http://www.earth-baby.com" target="_blank">Earth Baby</a>, dá uma olhada na <a href="http://www.good.is/post/changing-diapers-changing-the-world/" target="_blank">matéria</a> da Good.</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/635/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/635/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=635&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">bebe</media:title>
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	</item>
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		<title>Quase novo</title>
		<link>http://nalata.org/2010/06/28/new_dress_a_day/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em &#8216;Julie &#38; Julia&#8216;, filme gostosinho baseado em fatos reais, a desmotivada funcionária pública Julie Powell propõe a si mesma um desafio brilhante: cozinhar as 524 receitas do famoso livro de Julia Child em 365 dias e documentar tudo em um blog. Marisa Lynch queria mais criatividade na vida e, inspirada pelo filme, começou o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=625&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Em &#8216;<a href="http://www.imdb.com/title/tt1135503/" target="_blank">Julie &amp; Julia</a>&#8216;, filme gostosinho baseado em fatos reais, a desmotivada funcionária pública Julie Powell propõe a si mesma um <strong>desafio brilhante</strong>: cozinhar as 524 receitas do famoso livro de Julia Child em 365 dias e documentar tudo em um <a href="http://blogs.salon.com/0001399/" target="_blank">blog</a>.</p>
<p>Marisa Lynch queria mais <strong>criatividade na vida</strong> e, inspirada pelo filme, começou o também brilhante <a href="http://newdressaday.wordpress.com/" target="_blank">New Dress a Day</a>, projeto em que ela faz <strong>diariamente</strong> uma peça nova de roupa a partir de outra usada.</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/dress01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-627" title="dress01" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/dress01.jpg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p>Segundo ela, a proposta é ficar um ano inteirinho <strong>sem fazer compras</strong> em lojas tradicionais, principalmente as de <em>fast fashion</em>, como a Zara ou a H&amp;M. Aliás, nem se ela quisesse: o orçamento não passa de <strong>um mero dolarzinho por peça</strong>, o que faz dos brechós, mercados de pulgas e liquidações &#8211; existe tradução para garage sale? &#8211; seus destinos preferidos.</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/dress02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-628" title="dress02" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/dress02.jpg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p>Além de aguçar a criatividade e ter um custo praticamente nulo, esse projeto faz a gente se perguntar se realmente precisamos comprar tanta coisa nova o tempo todo. Assim como qualquer outra, a indústria da moda causa graves impactos não só no meio ambiente como na sociedade, e é a principal responsável pela <strong>cultura do descartável,</strong> afirmando a cada 6 meses a efemeridade das coisas.</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/dress03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-629" title="dress03" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/dress03.jpg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p>Nem dou confiança para aquele discurso hipócrita que afirma que roupa não tem importância. A gente julga sim as pessoas pelo que elas usam, já que escolher o que vestir nada mais é que uma forma de se comunicar.</p>
<p>Roupas são capazes de reforçar nossa personalidade, nos tornando mais felizes e confiantes. Não são milagrosas porém quando estamos brigados com o melhor amigo, entediados com o trabalho ou até insatisfeitos com o próprio corpo. Gastar o crédito do cartão em cursos, esportes ou presentes para quem a gente ama pode trazer outro tipo de felicidade ainda mais gostoso e genuíno.</p>
<p>Não dá pra negar que é uma delícia chegar em casa com uma peça nova na sacola. A ideia é simplesmente parar um pouco para questionar essa dinâmica frenética da moda que num intervalo mínimo de tempo tira o valor das coisas e faz com que as pessoas se sintam na obrigação de consumir tudo de novo.</p>
<p>Não faz mal a ninguém comprar com consciência e perceber que roupas são apenas um pedacinho &#8211; importante, mas nem tanto &#8211; da nossa vida.</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/625/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=625&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">dress02</media:title>
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			<media:title type="html">dress03</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Sem sofrimento</title>
		<link>http://nalata.org/2010/06/22/603/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 21:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada pesquisa que eu faço para o blog, fica mais claro para mim como são sem limites os extremos da humanidade. Ao mesmo tempo que descubro projetos geniais e iniciativas maravilhosas, me deparo com coisas que são praticamente impossíveis de acreditar. Campanha da Enpa contra os testes de cosméticos em animais Minha gente, vocês [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=603&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">A cada pesquisa que eu faço para o blog, fica mais claro para mim como são <strong>sem limites</strong> os extremos da humanidade. Ao mesmo tempo que descubro projetos geniais e iniciativas maravilhosas, me deparo com coisas que são praticamente <strong>impossíveis de acreditar</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-607" title="enpa" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/enpa1.jpg?w=490" alt=""   /><em>Campanha da <a href="http://www.enpa.it/" target="_blank">Enpa</a> contra os testes de cosméticos em animais</em></p>
<p>Minha gente, vocês sabiam que até a década de 80, as montadoras de carro realizavam testes de colisão que consistiam em simplesmente arremessar babuínas grávidas (!!!) a mais de 100km/h em uma parede de concreto?<br />
Teste? O que eles achavam que iria acontecer, jesus!?</p>
<p>Eu não quis acreditar e fui correr atrás de mais informação. Foi bem difícil encontrar dados confiáveis &#8211; afinal, notícias antigas assim ficaram perdidas naquela época sem internet &#8211; mas se o NY Times disse que <a href="http://www.nytimes.com/1991/09/28/us/19000-animals-killed-in-automotive-crash-tests.html?pagewanted=1?pagewanted=1" target="_blank">a GM matou mais de 19.000 animais</a> em testes de &#8216;segurança&#8217;, a podridão do esquema fica óbvia.</p>
<p style="text-align:center;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/hW02-8cA7MI?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span><br />
<em>Daí me vem a Fiat querendo pagar de sustentável com essa propaganda infeliz </em></p>
<p>Fato é que milhões de animais são torturados e mortos em diversos tipos de experimentos pelo mundo por interesses financeiros e <a href="http://www.pea.org.br/crueldade/testes/tfotos.htm" target="_blank">pura crueldade</a>. São testes realizados sem anestésicos, podendo ou não envolver vivissecção, que nada mais é que a <strong>dissecação de animas VIVOS</strong>. São práticas que envolvem muita <strong>dor</strong>, muito <strong>medo</strong> e muito <strong>sofrimento</strong> desnecessários.</p>
<p>Como alguns exemplos dessas práticas bárbaras, podemos citar: a aplicação de produtos químicos nos olhos dos animais que ficam <strong>impedidos de piscar por dias</strong>; o escalpelamento seguido da aplicação de produtos químicos em <strong>carne viva</strong> e a ingestão forçada de cosméticos e materiais de limpeza que causam diversos <strong>efeitos colaterais</strong>, inclusive <strong>a morte</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/2PRjax01kpM?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span><br />
<em>Mais um montão de informação sobre os testes <a href="http://www.pea.org.br/crueldade/testes/index.htm" target="_blank">aqui</a> </em></p>
<p>Os resultados da imensa maioria desses testes <strong>não dependem</strong> de sofrimento, uma vez que já existe <strong>tecnologia suficiente</strong> para as pesquisas necessárias. </p>
<p>Prova disso são as inúmeras marcas que não possuem animais envolvidos em nenhuma das etapas de desenvolvimento, fabricação e monitoramento de seus produtos. Alternativas como análise genômica, sistemas biológicos in vitro e culturas de tecidos fornecem <strong>resultados ainda mais precisos</strong> por serem as réplicas exatas de onde os produtos serão utilizados: humanos.</p>
<p>Não importa muito a finalidade da tortura se ela pode ser substituída por métodos mais éticos e inteligentes. De qualquer maneira é muito revoltante saber que <strong>cosméticos e produtos de limpeza</strong> são os principais responsáveis por toda a crueldade, representando <strong>94%</strong> dos testes, enquanto apenas os <strong>6%</strong> restantes são envolvidos em <strong>pesquisas médicas</strong>.</p>
<p>É essencial entender que o dinheiro que <strong>financia </strong>essas atrocidades é o dinheiro que eu e você gastamos na farmácia e no supermercado. Cada real que damos a uma marca é um <strong>voto a favor</strong> dela, um reforço às práticas que ela vem realizando.</p>
<p>Abaixo eu coloquei uma lista das principais <a href="http://www.pea.org.br/crueldade/testes/testam.htm" target="_blank">marcas que testam</a> e das que <a href="http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm" target="_blank">não testam</a> em animais. Vale dar uma olhada para os produtos que você tem em casa e identificar quais deles devem ser <strong>substituídos</strong> por outros de marcas <strong>cujos valores são compatíveis com os seus</strong>. </p>
<p>Eu dei uma olhada aqui e já tomei enorme antipatia por vários dos meus produtos. Não vou jogar tudo fora, porque seria um baita desperdício, mas certeza que não compro de novo de jeito nenhum.</p>
<p>A boa notícia é que mesmo fazendo novas escolhas, não teremos problemas com <strong>qualidade</strong>. Existem ótimos produtos de todos os tipos que são fabricados por empresas que se recusam a executar esses testes bizarros. Pare, olhe e compare:</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/marcas_teste_animais.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-609" title="marcas_teste_animais" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/marcas_teste_animais.gif?w=490" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>Consulte sempre a <a href="http://www.pea.org.br/crueldade/testes/lista.htm" target="_blank">Lista de Compras</a> da PEA</em></p>
<p>Escolher o que comprar é um <strong>bom começo</strong>, mas não é tudo. Vale muito divulgar essa lista para os amigos e impedir que milhares de escolhas erradas sejam feitas por <strong>falta de informação</strong>. </p>
<p>Se você tem dúvida sobre alguma marca, deixa registrado aqui nos comentários para que eu possa me <strong>informar melhor</strong> e trazer mais dados para o blog.</p>
<p style="text-align:center;"><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='490' height='306' src='http://www.youtube.com/embed/BbM1h0YsafQ?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span><br />
<em>Contém imagens perturbadoras; mas se eu consegui, você também consegue. </em></p>
<p>As empresas não existem sem seus consumidores e estão dispostas a se reinventar se isso for necessário. Mudanças acontecerão assim que forem exigidas por quem banca todas essas marcas. É preciso ficar claro para todo mundo que nós, os que compramos, somos<strong> quem dita as regras do jogo</strong>.</p>
<p>Para saber mais:</p>
<iframe src='http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/4576476' width='490' height='402'></iframe>
<p>Visite:</p>
<p><a href="http://www.gocrueltyfree.org" target="_blank">Projeto Esperança Animal<br />
Aliança Internacional do Animal<br />
Coalição Europeia para a Abolição da Experimentação Animal<br />
Go Cruelty Free<br />
</a><a href="http://www.stopanimaltests.com" target="_blank">S</a><a href="http://www.stopanimaltests.com" target="_blank">top Animal Tests</a></font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/603/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/603/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=603&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">enpa</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Doritos no papel</title>
		<link>http://nalata.org/2010/06/10/doritos-no-papel/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 02:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Dá uma olhada nessas fotos e me diz se tudo não se encaixa perfeitamente: a identidade do produto não só foi respeitada como foi reforçada nessa embalagem muito mais ecológica que aqueles saquinhos não recicláveis. Ainda vem com o bônus do fechamento inteligente! Pois é, eu também queria que essas caixinhas de Doritos estivessem nas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=582&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">Dá uma olhada nessas fotos e me diz se tudo não se encaixa perfeitamente:<br />
a identidade do produto não só foi respeitada como foi reforçada nessa embalagem muito mais ecológica que aqueles saquinhos não recicláveis.</p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/doritos2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-583" title="doritos2" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/doritos2.jpg?w=490" alt=""   /></a></p>
<p><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/doritos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-584" title="doritos1" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/doritos1.jpg?w=490" alt=""   /></a><a href="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/doritos.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-585" title="doritos" src="http://blognalata.files.wordpress.com/2010/06/doritos.jpg?w=490&#038;h=254" alt="" width="490" height="254" /><em>Ainda vem com o bônus do fechamento inteligente!</em></p>
<p>Pois é, eu também queria que essas caixinhas de Doritos estivessem nas prateleiras do supermercado, mas por enquanto elas são apenas um projeto <strong>muito inspirado</strong> do <a href="http://www.behance.net/petar_pavlov" target="_blank">Petar Pavlov</a>!</font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/582/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/582/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=582&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

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			<media:title type="html">doritos2</media:title>
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			<media:title type="html">doritos1</media:title>
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			<media:title type="html">doritos</media:title>
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		<item>
		<title>NYC sem lixo</title>
		<link>http://nalata.org/2010/06/08/no-trash-nyc/</link>
		<comments>http://nalata.org/2010/06/08/no-trash-nyc/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 23:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dagroselha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[No vídeo No Trash NYC 2030, a IDEO explora o que há de mais importante quando tratamos de lixo: a origem dele. Pensar em soluções para o acúmulo dos mais variados tipos de resíduos é tarefa mais que necessária mas, antes disso, é preciso criar novas práticas que substituam os hábitos tão nocivos que ainda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=570&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#333333">No vídeo <strong>No Trash NYC 2030</strong>, a <a href="http://ideo.com" target="_blank">IDEO</a> explora o que há de mais importante quando tratamos de lixo: a <strong>origem</strong> dele.</p>
<p>Pensar em soluções para o acúmulo dos mais variados tipos de resíduos é tarefa mais que necessária mas, antes disso, é preciso criar <strong>novas </strong><strong>práticas </strong>que substituam os <strong>hábitos tão nocivos</strong> que ainda insistimos em ter.</p>
<p>Uma cidade que tenha cidadãos informados e conscientes aliados a uma infraestrutura eficaz e uma legislação inteligente é capaz de <strong>influenciar comportamentos</strong> em progressão social, mudando para melhor pessoas, cidades, países e além.</p>
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<p>A Nova York sem lixo de 2030 existe dentro de um novo esquema, onde as embalagens são<strong> retornáveis</strong>, os eletrônicos são<strong> reciclados</strong>, os resíduos orgânicos são transformados em <strong>adubo</strong> e as fazendas crescem em<strong> torres</strong>.</p>
<p>O ponto comum entre tudo isso? Todas essas ações contribuem para o <strong>fechamento dos seus próprios ciclos</strong>, reduzindo a <strong>introdução do lixo </strong>no sistema da cidade. Todas elas reforçam o velho e sábio ditado: &#8216;Prevenir é melhor que remediar.&#8217; </font></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blognalata.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blognalata.wordpress.com/570/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nalata.org&#038;blog=7856660&#038;post=570&#038;subd=blognalata&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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